sábado, 27 de junho de 2020

Panqueca de farinha de côco


Há algum tempo, o côco foi elevado ao patamar de super alimento, graças às suas propriedades e versatilidade: além da água, da polpa e do óleo, é possível fazer ainda a farinha. Escolher esta versão de farinha ao invés das tradicionais, pode ser uma excelente ideia para quem quer cuidar melhor da saúde, pois além de rica em fibras – enquanto a farinha comum tem 3%, a de côco tem 42% – contém altas doses de proteína (cerca de 20%) e 8 aminoácidos essenciais, além de nutrientes, como ferro e vitaminas.
Vejam esta receita de panquecas, simples e saborosa.

Ingredientes para uma panqueca:

- 1 colher de Farinha de Côco
- 1 Ovo

Preparação:

Bater um ovo e juntar uma colher de sopa de farinha de côco.
Mexer bem e levar a uma frigideira antiaderente.
Caso seja necessário, utilize azeite ou óleo de côco para untar a frigideira.
Coloque a mistura e vire para dourar os dois lados. Faça-o em lume brando para a panqueca não queimar.
Bom apetite!

sábado, 20 de junho de 2020

Lulas em molho de tomate



Ingredientes:

- Lulas limpas inteiras (médias)
- Tomate
- Cebola
- Dentes de alhos
- 1 dl Vinho branco
- Sal
- Louro
- Pimenta preta
- Azeite
- Salsa

Preparação:

Num tacho faça um refogado com azeite, a cebola e os alhos picados e uma folha de louro.
Entretanto, corte as lulas às rodelas. Junte as lulas ao refogado, tempere com sal e pimenta e deixe em lume brando até ficarem macias, mexendo de vez em quando.
Corte o tomate em quadradinhos e junte às lulas. Deixe em lume brando até o tomate começar a ficar cozinhado.
Junte o vinho branco, a salsa; rectifique os temperos e deixe cozinhar em lume brando até as lulas estarem tenras.
Sirva acompanhado de arroz branco ou batatinhas cozidas.

sábado, 13 de junho de 2020

Rolo de carne com espinafres e ameixas




Ingredientes:

- Carne picada
- Ameixas secas
- Espinafres
- Dentes de alhos
- Sal
- Pimenta preta
- Azeite ou óleo

Preparação:

Misturar a carne picada com os espinafres, os dentes de alhos picados e temperar com sal e pimenta preta.
Formar o rolo e introduzir algumas ameixas secas no mesmo.
Finalmente, colocar num tabuleiro de ir ao forno, devidamente forrado e untado e deixá-lo cozinhar, vigiando-o.
Após estar terminado, deixar o rolo de carne descansar para, mais tarde, fatiar.

sábado, 6 de junho de 2020

Pão sem fermento de padeiro



Mais uma opção fácil para saborear em casa. As crianças também vão adorar este pão com um sabor e textura tão suaves.
Aqui fica um pouco da história deste alimento que persiste na mesa dos Portugueses.

"O pão é um dos alimentos mais antigos que acompanha a história da Humanidade. Conta-se que o homem começou a cozer pão pelo menos 6000 anos antes de Cristo, mas foram os egípcios o primeiro povo a usar fornos de barro para cozer pão. Especialistas do cultivo de trigo, os egípcios faziam negócio, vendendo-o aos gregos, que entretanto se tornaram também peritos no fabrico de pão. Os romanos, por sua vez, aprenderam com os gregos e gostaram tanto do ofício que no ano 100 a.c., haviam já 258 padeiros em Roma.

A descoberta do fermento é igualmente atribuída aos egípcios. Uma obra do acaso, responsável por deixar a massa leve e macia, como conhecemos e apreciamos nos dias de hoje. Um egípcio deixou um pouco de massa crua fora do fogo e quando regressou para retirar o pão que estava a cozer, verificou que esta tinha fermentado. O pão resulta da cozedura de uma massa preparada com farinha de cereais, principalmente trigo, com água e sal e à qual se podem juntar outros ingredientes, como ervas aromáticas, enchidos, sementes ou outras especiarias. Inicialmente o trigo era apenas mastigado, e só mais tarde passou a ser triturado com pedras e transformado em farinha.

Sinónimo de alimento para o corpo e alma, de vida e de trabalho, o pão faz parte da cultura de muitos povos, tendo um significado importante em muitas religiões. O pão branco, de “farinha flor”, só apareceu no período da Idade Média, inicialmente nos conventos, depois nas casas mais ricas e só muito mais tarde chegou a todos os lares. Até ao final do século XX, o pão era normalmente produzido em casa, em fornos de lenha e em quantidade suficiente para uma semana.

Com a chegada das máquinas utilizadas na panificação industrial, habituámo-nos a comprar pão nas padarias, sendo o pão um bem indispensável na nossa dieta. A preocupação por uma alimentação mais cuidada, de preparação caseira, e o gosto por saborear pães diferentes, levou ao aparecimento de novos produtos e soluções. As farinhas preparadas para pão e as máquinas de pão vieram revolucionar as refeições de muitas famílias, tornando-se cada vez mais fácil ter pão fresco em casa a qualquer hora, seja preparado à mão ou na máquina."
Podem ver a fonte deste artigo, neste site.
Ingredientes:

- 2 iogurtes naturais
- 3 medidas do copo de iogurte de farinha com fermento (um pouco mais se necessário)
- 1 pitada Sal


Preparação:

Primeiramente, pré-aqueça o forno a 200ºC.
Seguidamente, misture o iogurte e a farinha numa taça. Pode usar o copo do iogurte para medir a farinha. Junte o sal.
Depois, misture tudo até obter um massa que possa amassar com as mãos. Se necessário adicione um pouco mais de farinha.
Molde bolinhas e coloque num tabuleiro polvilhado com farinha ou forrado com papel vegetal.
Agora, é só levar ao forno entre 10 a 15 minutos, até estarem douradinhas!

Bom apetite!

sábado, 30 de maio de 2020

O Bacalhau cá de casa




Há algo que conforta imenso os corações num dia de chuva: uma refeição de tabuleiro que vá ao forno!


Ingredientes:

- Bacalhau
- Cebola
- Alhos
- Batatas
- Espinafres
- Maionese
- Ovos
- Azeite
- Sal
- Pimenta Preta
- Noz Moscada
- Água

Preparação:

Coza o bacalhau com água e uma folha de louro, num tacho, diminuindo o lume após ferver.
Retire do lume e, quando arrefecer, retire as peles e espinhas. Reserve.

Coza, também, as batatas com água e sal.
Escorra a água e esmague todas as batatas. Reserve, igualmente.
Num tacho, faça um refogado com azeite, cebola e alhos picados. Deixe alourar para, depois, acrescentar as folhas de espinafres. Envolva o preparado.
Acrescente o bacalhau e as batatas, envolvendo, uma vez mais.
Junte 3 gemas, uma a uma e mexer entre cada adição. Retificar os temperos.
Finalmente, juntar as 3 claras em castelo e envolver.
Colocar num recipiente de ir ao forno, cobrindo com uma fina camada de maionese e levar ao forno, até dourar.

sábado, 23 de maio de 2020

Massa com peixe, legumes e maionese



Ingredientes:

- Massa
- Brócolos
- Cenouras
- Azeite
- Alhos
- Peixe
- Alho em Pó
- Sal
- Água
- Maionese

Preparação:

Cozer a massa com água, azeite, sal e alho em pó. Escorrê-la e reservar.
Num tacho, fazer um refogado com azeite, cebola e dentes de alho picados. Deixar alourar.
Adicionar os brócolos e as cenouras partidas por forma a simplificar no momento de servir no prato.
Temperar com sal e deixá-los cozinhar.
Acrescentar a massa e envolver.
Finalmente, envolver todo o preparado em maionese e servir de imediato.

sábado, 16 de maio de 2020

Arroz de Bacalhau com tomate e pimentos



Sabem como foi feito este arroz?
Na panela de pressão!
Ficou muito saboroso e "malandrinho".
A propósito, qual a origem da expressão "Arroz malandro ou malandrinho"?

Observe-se que, muitas vezes, um prato é qualificado de malandro ou malandrinho, o que permite aventar a hipótese de se tratar de uma metáfora ou de uma hipálage. Com efeito, o arroz malandro é um arroz cozinhado em água abundante'; é, portanto, um arroz molhado, que «corre» ou que «foge» como fazem os ladrões, isto é, os malandros. Como nota etimológica, importa referir que, segundo José Pedro Machado (Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa), a palavra malandro é um derivado regressivo de malandrim, embora este lexicógrafo não exclua a possibilidade de se tratar de um empréstimo directo do italiano “malandro”. Malandrim tem origem no castelhano “malandrín”, por sua vez adaptação do italiano “malandrino” ou no catalão “malandrí” (idem). O termo italiano “malandrino” terá sido adoptado sob a forma malandrino, que além de adjectivo, nas acepções de «relativo a malandrim ou a malandro» e «que possui costumes, conduta ou modos de malandro» (Dicionário Houaiss), também é sinónimo do nome malandro. Por último, malandro é a palavra que, no Brasil, designa um tipo social carioca, caracterizado por um estilo de vida despreocupado.


Ingredientes:

- Arroz Vaporizado
- Bacalhau
- 1 ou 2 Pimentos
- Espinafres
- Tomate
- Sal
- Água
- Azeite
- Cebola
- Alhos
- Louro
- Pimenta Preta


Preparação:
Coza o bacalhau com água e uma folha de louro, num tacho, diminuindo o lume após ferver.
Retire do lume e reserve.
Na panela, faça um refogado com azeite, 1 cebola grande e 3 ou 4 dentes de alho picados.
Depois de alourar, acrescente o tomate cortado. Deixe cozinhar mais um pouco e adicione os espinafres.
Corte os pimentos, previamente limpos de sementes, em tiras e junte-os ao refogado de tomate.
Posteriormente, regue, o preparado, com o caldo da cozedura do bacalhau coado num passador e, quando retomar fervura, incorpore o arroz. Tempere com sal e pimenta preta.
Junte o bacalhau, devidamente preparado. Mexa, tape a panela de pressão e após começar a ferver, deixe cozinhar, em lume brando, durante 5 minutos.
Quando a panela perder o vapor, abra, mexa o arroz e sirva!

sábado, 9 de maio de 2020

Bolo de bolacha com leite condensado



Gostamos imenso de receitas simples mas, em simultâneo, inovadoras. Esta sugestão de receita agradou-nos, também, por este ponto.
Contudo, esta receita teve um aspecto negativo... É sobejamente deliciosa! :) 
Pode não ficar com uma aparência delicada mas a sua textura e sabor vencem todas as resistências em fazê-la.

Ingredientes:

- 1 lata de Leite Condensado (cozido)
- 300 gr. Bolacha Maria
- 1 embalagem de Natas (utilizámos creme de soja)
- Café 

Preparação:

Numa taça bata as natas.
Junte o Leite Condensado Cozido e bata mais um pouco.
Passe as bolachas pelo café e coloque num prato de servir alternadamente camadas de bolachas e de creme.
Leve ao frigorífico até servir.

Boa apreciação!

sábado, 2 de maio de 2020

Scones de aveia e maçã



Outro dia, comemos scones e fiquei com vontade de investigar a origem destas pequenas delícias. Aproveitei e fiz uns quantos em casa.
Scones tem origem escocesa/inglesa/irlandesa, não se sabe muito bem quem tem o mérito da origem mas a primeira referência, dada em livros, vem da Escócia em 1513 em textos de um poeta local, além de serem relacionados com uma antiga tradição galesa de cozinhar pequenos bolos redondos usando levedura.
A origem do nome também é incerta, nas pesquisas que efetuei, encontrei três histórias: a primeira vem de Stone of Destiny, local onde os reis escoceses eram coroados, Stone teria virado Scone. A segunda história mostra que a palavra vem de "sgonn", palavra gaélica que significa grande massa; e por último temos a palavra alemã "schoonbrot", que significa pão fino e bonito.
Na versão original da receita usa-se aveia e levedura e a massa era aberta em um grande círculo, cortando-se em triângulos, como as fatias de pizza. Nos dias de hoje, existem várias versões para receita, com ou sem recheio, em formatos de triângulos ou círculos e a levedura foi trocada pelo fermento e a aveia por farinha branca.

Todavia, a receita que vos trazemos, hoje, não contém nem açúcar nem farinha. Ora vejam!


Ingredientes:

-100 g flocos de aveia
- 1 Maçã
- 1 ovo
- Uma colher de bicarbonato de sódio
- 100 ml leite ou bebida vegetal de amêndoa
- Nozes picadas

Preparação:

Comece por triturar a aveia e a maçã. Passe para uma tigela e junte o ovo, o bicarbonato e o leite ou bebida vegetal de amêndoa. Em seguida, faça pequenas porções e coloque num tabuleiro de ir ao forno Polvilhe com as nozes picadas. Deixe no forno aquecido a 180º durante 15-20 minutos até ficarem douradinhos. Deixe arrefecer.

sábado, 25 de abril de 2020

Lentilhas com milho, espinafres e atum



Uma das leguminosas mais digestíveis do mundo, a lentilha faz parte da alimentação humana desde a pré-história. Seu nome vem do latim “lenticula”, sendo essa palavra um diminutivo de lente. Por analogia de forma, o alimento deu nome aos objetos de vidro que entravam na fabricação de instrumentos ópticos, como as lentes dos óculos e a lente de contato. Provavelmente, cultivada há cerca de 10.000 anos, as lentilhas são originárias da Ásia, havendo registo de sua existência, já nessa época, no norte da Síria. No desenvolvimento da agricultura do neolítico, elas eram consumidas na Grécia e sul da Bulgária, chegando à Creta cerca de 6.000 anos a.C. Na era do bronze, tornaram-se conhecidas na Hungria, Checoslováquia, Suiça, Alemanha e França. A iguaria era também apreciada no Egito dos faraós, onde era aproveitada nas sopas. Os assírios também a conheciam: documentos indicam que elas eram cultivadas nos famosos jardins suspensos da Babilónia, no século VIII a.C. Na Grécia antiga, as lentilhas eram conhecidas como alimento dos pobres. Nessa época, um novo rico dizia que não gostava mais de lentilha. E a leguminosa logo se espalhou pelo Leste. Povos da Índia, Oriente Médio e África do Norte foram alguns dos que a utilizavam como base na alimentação. Já no século XVI, a lentilha é introduzida na América, mas apenas com o fim da Primeira Guerra Mundial passa a ser cultivada nos Estados Unidos e Canadá. Aliás, o Canadá é um dos maiores produtores e exportadores mundiais de lentilha. Hoje, contrariando a história, a lentilha simboliza riqueza e por isso é um alimento que não pode faltar na ceia de Réveillon, em muitos locais. Além disso, na Cozinha Vapza, as lentinhas são uma opção saudável de alimento para o ano inteiro. Práticas e nutritivas, em pratos frios ou quentes, são muito agradáveis.

Aqui fica uma sugestão!


Ingredientes:

- Lentilhas
- Milho
- Espinafres
- Atum
- Cebola
- Alho
- Azeite
- Caril
- Pimenta Preta
- Sal

Preparação:

Demolhar as lentilhas cerca de 8 horas. No nosso caso, colocámo-las de molho à noite, para serem cozinhadas na manhã seguinte.

Numa panela, colocar as lentilhas demolhadas e bem escorridas, cobrindo-as com água e sal. Deixar cozer até estarem tenras.
Depois, num tacho, saltear sobre lume brando os dentes de alho e as cebolas picadas finamente. No momento em que o refogado estiver mais loiro, introduzir os espinafres e temperar com sal.
Adicionar o milho e mexer para, de seguida, acrescentar as lentilhas e o atum, temperando com pimenta preta, caril e, se necessário, acrescentar um pouco mais de sal. Envolver o preparado e deixar cozinhar até ficar pronto.
Levar à mesa!

sábado, 18 de abril de 2020

Carne em massa folhada

Massa folhada com formato retangular.


Massa folhada com formato redondo.



O que fazer perante sobras de carne?
Ora vejam esta sugestão que ficou muito saborosa.

Ingredientes:

- Carne (utilizámos lombinhos de porco)
- 1 ou 2 embalagens de massa folhada
- 1 ovo para pincelar (facultativo)

Preparação:

Num tabuleiro de ir ao forno, estender uma das embalagens de massa folhada.
Distribuir a carne, já fria e cortada aos pedaços, pela massa folhada estendida.
Depois, conforme a quantidade, das duas uma:
Hipótese 1: Enrole, dobrando as pontas ou torcendo-as em forma de rebuçado;
Hipótese 2: Coloque a segunda embalagem de massa folhada, por cima do preparado por forma a unir as duas placas de massa.
Finalmente, pincele com ovo batido e leve ao forno pré-aquecido a 180º, até verificar que a massa está bem douradinha.
Bom apetite!

sábado, 11 de abril de 2020

Os Folares da Páscoa e a respectiva história


"A lenda do folar da Páscoa é tão antiga que se desconhece a sua data de origem.

Reza a lenda que, numa aldeia portuguesa, vivia uma jovem chamada Mariana que tinha como único desejo na vida o de casar cedo. Tanto rezou a Santa Catarina que a sua vontade realizou-se e logo lhe surgiram dois pretendentes: um fidalgo rico e um lavrador pobre, ambos jovens e belos. A jovem voltou a pedir ajuda a Santa Catarina para fazer a escolha certa. Enquanto estava concentrada na sua oração, bateu à porta Amaro, o lavrador pobre, a pedir-lhe uma resposta e marcando-lhe como data limite o Domingo de Ramos. Passado pouco tempo, naquele mesmo dia, apareceu o fidalgo a pedir-lhe também uma decisão. Mariana não sabia o que fazer.
Chegado o Domingo de Ramos, uma vizinha foi muito aflita avisar Mariana que o fidalgo e o lavrador se tinham encontrado a caminho da sua casa e que, naquele momento, travavam uma luta de morte. Mariana correu até ao lugar onde os dois se defrontavam e foi então que, depois de pedir ajuda a Santa Catarina, Mariana soltou o nome de Amaro, o lavrador pobre.

Na véspera do Domingo de Páscoa, Mariana andava atormentada, porque lhe tinham dito que o fidalgo apareceria no dia do casamento para matar Amaro. Mariana rezou a Santa Catarina e consta que a imagem da Santa sorriu-lhe.

No dia seguinte, Mariana foi pôr flores no altar da Santa e, quando chegou a casa, verificou que, em cima da mesa, estava um grande bolo com ovos inteiros, rodeado de flores, as mesmas que Mariana tinha posto no altar. Correu para casa de Amaro, mas encontrou-o no caminho e este contou-lhe que também tinha recebido um bolo semelhante.

Pensando ter sido ideia do fidalgo, dirigiram-se a sua casa para agradecer-lhe, mas este também tinha recebido o mesmo tipo de bolo. Mariana ficou convencida de que tudo tinha sido obra de Santa Catarina.

Inicialmente chamado de folore, o bolo veio, com o tempo, a ficar conhecido como folar e tornou-se numa tradição que celebra a amizade e a reconciliação. Durante as festividades cristãs da Páscoa, os afilhados costumam levar, no Domingo de Ramos, um ramo de violetas à madrinha de batismo e esta, no Domingo de Páscoa, oferece-lhe, em retribuição, um folar."

Fonte: website - ncultura.pt


Ingredientes:

- 500 gr. Farinha de Trigo sem fermento
- 30 gr. Fermento de Padeiro fresco (utilizei fermento de padeiro seco)
- 100 gr. Açúcar (utilizei mascavado)
- 75 gr. Manteiga
- 3 Ovos
- 100 ml. Leite Morno
- 2 colheres de chá de Canela em pó
- 2 colheres de chá de Erva Doce em pó
- 1 pitada de Flor de Sal

Preparação:

Inspirei-me nesta receita.

Sugestão: No dia seguinte, façam uma "torrada de folar" com manteiga. Hum!

sábado, 4 de abril de 2020

Bacalhau à cozinheira



Esta receita foi feita com inspiração aqui.

Ingredientes:

- Bacalhau
- Salsichas
- Ovos cozidos
- Pickles
- Batatas
- Alhos
- Cebola
- Azeite
- Azeitonas pretas
- Sal
- Pimenta preta

Preparação:

Fritar as batatas em cubos. Reservá-las.
Cozer o bacalhau e limpá-lo de peles e espinhas. Reservar, igualmente.
À parte, cozer, também, os ovos.
Depois, fazer um refogado com azeite, cebola e alhos picados.
Acrescentar as salsichas, os pickles e as azeitonas cortadas. Temperar com sal e pimenta preta.
Juntar ao preparado o bacalhau e deixar cozinhar.
Acrescentar as batatas ao preparado e envolver cuidadosamente.
Finalmente, depois de tudo estar envolvido, adicionar os ovos cozidos partidos.
Servir!